Sunday, 26 February 2006

Parma x Fiorentina




Hoje fomos ( eu, eugenio, Ciccio, Francesco, namorada de Ciccio) assistir o Jogo de seria A, Parma x Fiorentina, sinceramente achei que nòs estavamos torcendo para o Parma e começei a gritar PARMAAAAAAAAA, mas estavamos no meio da torcida organizada da Fiorentina, meus amigos quase me mataram... ZITTA!! (cale a boca) hahah, mas foi legal ..
Baci&Abbracci
Josi

Thursday, 23 February 2006

Agencia First Milano

Ciaoooo...

Entrei em uma agencia otima, agora começa a Loucura de Casting..

De resto tudo bem!

Baci

Josi

Wednesday, 1 February 2006

Lìbano- Beiruth e Biblos II













Fiquei muito feliz de ter conhecido a mais antiga cidade do mundo "Biblos", lugares fantasticos, surreal, è do nome dessa cidade que deriva Biblia, biblioteca etc...
Biblos (βύβλος) é o nome Grego da cidade Fenícia Gebal (outrora Gubla); era conhecida pelos Antigos Egípcios por Keben e Kepen. Aparentemente, os Gregos chamaram-lhe Biblos devido ao facto de ser através de Gebal que o byblos (βύβλος "o papiro Egípcio") era importado para a Grécia. Embora continue a ser referido como Biblos pelos escolásticos, a cidade é agora conhecida pelo nome árabe Jubayl (جبيل), de raiz Cananéia.

Biblos situa-se na costa mediterrânica do actual Líbano, a 42 quilómetros de Beirute. É um foco de atracção para arqueólogos devido às camadas sucessivas de destroços resultantes de séculos de habitação humana. Em 1860, o escritor francês Ernest Renan iniciou uma escavação no local, mas não ocorreu qualquer investigação arqueológica sistemática até 1920.

O local foi povoado primeiramente duranto o período Neolítico, por volta de 5000 a.C.; segundo o filósofo e historiador Fílon de Alexandria, Biblos era famosa por ser a mais antiga cidade do mundo. Durante o terceiro milénio antes de Cristo, pôde observar-se as primeiras características de uma cidade, com os restos de casas edificadas com um tamanho uniforme. Foi este o período em que a civilização Fenícia começou a desenvolver-se, e os arqueólogos descobriram artefactos de fabrico egípcio datados da altura da Quarta Dinastia Egípcia. A cidade em desenvolvimento, indubitavelmente, prosperava.

Por volta de 1200 a.C., uma prova arqueológica de Biblos mostra aquilo que seria um alfabeto de vinte e dois caracteres; um exemplo importante destas inscrições é o sarcófago do rei Ahiram. Um dos monumentos mais importantes deste período é o templo de Resheph, um deus da guerra cananeu, mas este ruiu na época de governação Helenística e chegada de Alexandre, o Grande em 332 a.C.. A moeda já era utilizada, e há vestígios evidentes de comércio com outras cidades mediterrânicas.

Durante o período Romano, o templo de Resheph foi afincadamente reconstruído, e a cidade, embora mais pequena do que vizinhas suas como Tiro e Sídon, era um centro do culto a Adónis. No Século III, foi edificado um teatro pequeno, mas impressionante. A chegada do Império Bizantino fez com que se estabelecesse um lugar episcopal em Biblos, e a cidade cresceu rapidamente. Embora se saiba que uma colónia Persa se tenha estabelecido na região a seguir à conquista Muçulmana (636), as provas arqueológicas são escassas. O comércio com o resto da Europa esmoreceu por completo, e a prosperidade não se faria mais notar em Biblos até que as Cruzadas regressassem em 1098.

Biblos, sob o nome de Gibelet ou Giblet, foi uma base militar importante durante o século XI, e os vestígios do seu castelo das Cruzadas está entre as mais espectaculares estruturas actualmente visíveis no seu centro. A cidade foi tomada por Saladino em 1187, retomada pelos Cruzados e eventualmente conquistada por Baibars em 1266. As suas fortificações foram subsequentemente restauradas. Desde 1516, a cidade e toda a região caíram sob o domínio turco e fizeram parte do Império Otomano.
Baci&Abbracci
Josi

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Biblos

Lìbano- Beiruth e Biblos




























Tive a Oportunidade de conhecer esse Paìs tao rico de Cultura, em janeiro de 2006 alguns meses antes da Guerra, nao imaginei que era um Paìs tao lindo, pequeno demais em um giro de 3horas dà para visitar todo o territorio com montanha e mar a 30 minutos de distancia. Minha estadia foi na parte Cristiana onde nao vi ninguèm coberta dos pès a cabeça. Provei a comida tipica do Libano adorei um risoto com peixe e suco de limao, sò de pensar me dà agua na boca e o Kibe cru (que nao gostei muito) Eles tambèm comem figado cru, mas esse nao tive coragem...
O Líbano (em árabe em árabe: لُبْنَان, transl. Lubnān, em francês: Liban) , oficialmente República do Líbano (em árabe: اَلْجُمْهُورِيَّة اَللُّبْنَانِيَّة Jumhuriyah al-Lubnānīyah; Francês: République libanaise), é um país da Ásia Ocidental, na costa oriental do Mar Mediterrâneo. Faz fronteira com a Síria ao norte e a leste e com Israel ao sul. A localização do Líbano, no cruzamento da bacia do Mediterrâneo e a região árabe tem ditado a sua história rica, às vezes violenta, e a forma da sua identidade cultural única em diversidade étnica e religiosa.

Os primeiros indícios de civilização no Líbano remontam mais de 7.000 anos de história registrada.O Líbano foi a casa dos Fenícios, uma cultura marítima que floresceu durante quase 2.500 anos (3000-539 a.C.). Após o colapso do Império Otomano após a Primeira Guerra Mundial, as cinco províncias que compõem o Líbano moderno foram mandatadas para a França. O Líbano estabeleceu um sistema político único em 1942, conhecido como confessionalismo, um mecanismo de partilha de poder com base em comunidades religiosas.Foi criado quando os franceses expandiram as fronteiras do Monte Líbano, que era maioritariamente habitado por Católicos Maronitas e Drusos, para incluir mais elementos muçulmanos. O país ganhou a independência em 1943, e as tropas francesas se retiraram em 1946.

Antes da Guerra Civil Libanesa (1975-1990), o país vivia um período de relativa calma e prosperidade, impulsionada pelo turismo, agricultura e serviços bancários. Por causa de seu poder financeiro e diversidade, o Líbano era conhecido em seu auge como o "Suíça do Oriente". O país atraiu um grande número de turistas,tal que a capital Beirute era referida como "Paris do Oriente Médio". No final da guerra, houve grandes esforços para reanimar a economia e reconstruir a infra-estrutura do país.

Até julho de 2006, o Líbano desfrutou de uma estabilidade considerável, a reconstrução de Beirute estava praticamente concluída e um número crescente de turistas se hospedavam nos resorts do país. Em seguida, a guerra de 2006 entre Israel e o Hezbollah causou a morte de civis e pesados e significativos danos na infra-estrutura civil do Líbano. O conflito durou de 12 de julho daquele ano até um cessar-fogo patrocinado pela ONU em 14 de Agosto.
Beirute (em árabe بيروت) é a capital e maior cidade do Líbano. Localiza-se na costa do Mediterrâneo. Tem cerca de 1.940.000 habitantes. Na antiguidade era uma cidade fenícia com a designação de Berytus. No passado recebeu a alcunha de a Paris do Oriente por sua atmosfera cosmopolita, anterior à Guerra Civil do Líbano. A capital todavia tem muitas atracções turísticas e oferece, entre elas o museu da universidade americana, o museu de Sursock, a gruta das pombas, muitos centros comerciais e uma grande quantidade de restaurantes com menus suculentos das cozinhas de todo o mundo, como especialidades libanesas locais.
Baci&Abbracci
Josi